5 de outubro de 2017

Alô, aqui é a Lady Gaga.

Eu e Lady Gaga é o SEGUINTE: primeiro não entendia, fui impactada pela música e virei fã. Lembro do buzz em cima da persona Lady Gaga, as vestimentas, os exageros e do clipe de Poker Face tocando loucamente no lobby do hotel onde eu trabalhava. Eu simplesmente não entendia, achava um pouco demais pra mim. Só sei que a vida seguiu e fui IMPACTADA quando vi o clipe de Bad Romance. MEU DEUS DO CÉU, QUE MULHER É ESSA, QUE MÚSICA É ESSAAAAAAAAAA. Fui procurar mais a respeito e descobri que já gostava da música dela (não sabia que Just Dance e LoveGame eram músicas da Gaga). Comprei The Fame nas Lojas Americanas na mesma semana por R$ 19,90.  Ela me conquistou de verdade. Ano passado, com o lançamento de Joanne, tive um mini surto porque estava com saudades genuínas da Lady Gaga. Joanne é maravilhoso, tem rock, tem country, tem pop, é autêntico e direito. Existe uma sinceridade nas letras, tem sofrimento e drama também o lado que dá pra se divertir sozinha (vide Dancing in Circles). É o álbum que mais escutei esse ano, os ranking na last.fm não me deixa mentir. 



Tooooooooooda essa introdução pra dizer que não esperaria menos do documentário biográfico que estrou na Netflix mês passado, sobre essa artista incrível que é LADY GAGA. #pawsup
Gaga: Five Foot Two é um relato honesto, limpo e sincero. Despida de todo glamour que estamos acostumados, fui acolhida naquela atmosfera intimista de 1 hora e 40 minutos. Gaga chorando, contanto suas inseguranças e como a maturidade dos trinta anos ajudou o fortalecimento dela como cantora/compositora, que não tem mais tempo e saco para dramas de relacionamento e assim vai. Ela fala sobre a treta antiga com a Madonna, muito do processo criativo durante a gravação de Joanne. Eu particularmente amei essas partes do estúdio com o Mark Ronson.



E como essa mulher fica doente! Como o emocional dessas pessoas que trabalham com música e mídia precisam ser bem trabalhados. Tem uma cena que me marcou bastante, ela toda doente e cheia de dores, tomando injeções enquanto uma maquiadora começava a preparar a sua pele, porque ela tinha um compromisso em tal lugar. Surreal!



As cenas com a família são bonitas também. Aquele mito que construímos (até porque Lady Gaga construiu essa persona pro fãs, mídia e pra si mesma) ao longo dos anos cai um pouco por terra. Em Gaga: Five Foot Two conhecemos um pouquinho da Stefani Germanotta (e aliás, ela atende o telefone e fala STEFANI), que presa a família, chora pelos amigos e fuma um no carro dos avós hahaha.
Documentário disponível na Netflix. Inspirador e bonito demais, meu povo! Tem que assistir!


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